
Várias big techs americanas aproveitaram a posse de Donald Trump em janeiro para relaxar algumas regras de moderação de conteúdo, como foi o caso da Meta, dona do Facebook e do Instagram.
+ Grupo hacker Anonymous manda recado para Donald Trump em meio a protestos em Los Angeles
+ Médicos fazem alerta sobre a tendência que causa obsessão por skincare em meninas muito novas
Agora, parece que o YouTube também fez algumas alterações em suas políticas de moderação de conteúdo em prol do discurso de “liberdade de expressão”.
Mas, enquanto a Meta e o X falaram publicamente sobre as mudanças, as do YouTube foram mais sutis, de acordo com uma análise do The New York Times, que revelou que a plataforma introduziu novas regras para moderação de conteúdo em dezembro do ano passado.
Na reportagem divulgada pelo jornal na última segunda-feira (9), eles revelaram que o YouTube elevou o limite de quantidade de conteúdo considerado ofensivo para metade. Anteriormente, era um quarto do vídeo.
Além disso, o site também incentivou moderadores a manterem esses vídeos no ar, algo que, segundo o jornal, pode beneficiar comentaristas políticos que anteriormente acusavam a plataforma de “censura”.
Com as mudanças, o YouTube, que pertence ao Google, entrou para o grupo de empresas que afrouxaram suas regras de moderação de conteúdo.
A Meta encerrou em janeiro seu programa de verificação de fatos, enquanto o X (antigo Twitter) passou a responsabilidade de moderação de conteúdo aos usuários.
“Nosso objetivo permanece o mesmo: proteger a liberdade de expressão no YouTube enquanto mitigamos danos graves”, argumentou Nicole Bell, porta-voz do YouTube.
Foto e vídeo: Unsplash. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
